 |
 |
|
 |
Crucial e radical, a obra de Gastão Cruz é o testemunho de um século passado, e ainda em curso, para onde convergem as diversas vertentes de uma prática portuguesa quase milenar de pôr o mundo em versos, isto é, entre a visão da história e a versão poética dos fatos. Nos limites da leitura acadêmica, Jorge Fernandes da Silveira opera a síntese que o leitor brasileiro tem ora às mãos: uma antologia que tenta (e consegue) conjugar tese e antítese no universo da criação poética.
|